sexta-feira, 23 de maio de 2008



A entorse é uma lesão nos tecidos moles
(cápsula articular e/ou ligamentos)
de uma articulação.







  • A dor na articulação é gradual ou imediata;

  • A articulação lesada incha;
  • Verifica-se imediata ou gradualmente uma incapacidade para mexer a articulação.







  • Evitar movimentar a articulação lesionada;
  • Aplicar gelo ou deixar correr água fria sobre a articulação;
  • Consultar o médico posteriormente.

Como já tínhamos publicado no nosso blog, já fizemos a apresentação às crianças. Para os mais curiosos apresentamos algumas fotografias:



Electrocussão ou choque eléctrico

é a situação provocada pela

pasagem de corrente eléctrica

através do corpo.






        • Desligar o disjuntor para cortar imediatamente a corrente;


        • Ter o máximo de cuidado em não tocar na vítima sem previamente ter desligado a corrente;


        • Prevenir a queda do sinistrado;


        • Aplicar o primeiro socorro conveniente: Reanimação cardio-respiratória. Aplicação de uma compressa ou mesmo um pano bem limpo sobre a queimadura.

        É uma situação grave que necessita transporte urgente para o hospital.









        • Tocar na vítima se estiver em contacto com a corrente eléctrica;

        • Tentar afastar o fio de alta tensão com um objecto.



        É provocado por falta de oxigénio

        no cérebro, a que o organismo reage

        de forma automática, com perda

        de consciência e queda do corpo

        brusca e desamparada.

        Normalmente, o desmaio

        dura dois ou três minutos.

        Tem diversas causas: excesso de calor,

        fadiga, falta de alimentos, permanência

        de pé durante muito tempo, etc.



        • Palidez;

        • Suores frios;

        • Falta de forças;

        • Pulso fraco.




        1. Se nos apercebermos de que uma pessoa vai desmaiar:
        • Sentá-la;


        • Colocar-lhe a cabeça entre as pernas;


        • Molhar-lhe a cabeça com água fria;


        • Dar-lhe a beber chá ou café açucarados.

        2. Se a pessoa já estiver desmaiada:

        • Deitá-la com a cabeça de lado e mais baixa do que as pernas;

        • Desapertar-lhe as roupas;

        • Mantê-la confortávelmente aquecida;

        • Logo que recupere os sentidos dar-lhe a beber chá ou café açucarados;

        • Consultar o médico posteriormente.






        quarta-feira, 21 de maio de 2008


        Corpos estranhos são corpos que penetram no organismo através de qualquer orifício ou após uma lesão de causa variável.
        Os corpos estranhos podem encontrar-se mais frequentes nos olhos, ouvidos ou vias respiratórias.

        1. No olho

        Os mais frequentes são:
        Grãos de areia,
        insectos e limalhas.

        • Dor ou picada local;
        • Lágrimas;
        • Dificuldade em manter as pálpebras abertas.


        • Abrir as pálpebras do olho lesionado com muito cuidado;
        • Fazer correr água sobre o olho, do lado de dentro, junto ao nariz, para fora;
        • Repetir a operação duas ou três vezes;
        • Se não obtiver resultado fazer um penso oclusivo, isto é, colocar uma gase e adesivo e enviar ao hospital.











        • Esfregar o olho;
        • Tentar remover o corpo estranho com lenço, papel, algodão ou qualquer outro objecto.

        2. No ouvido

        Os corpos estranhos mais frequentes são os insectos.



        Pode existir surdez, zumbidos e dor, sobretudo se o insecto estiver vivo.



        Se se tratar de um insecto deitar uma gota de azeite e depois enviar ao hospital.
        Outros corpos estranhos enviar ao hospital.


        Tentar remover o objecto.


        3. Nas vias respiratórias

        Os corpos estranhos nas vias respiratórias podem causar perturbações de variável natureza, de acordo com a sua localização.



        São também variáveis. pode existir dificuldade respiratória, dor, vómitos e nos casos mais graves asfixia que pode conduzir à morte.

        4. No nariz

        Os mais frequentes são nas crianças, são os feijões ou objectos de pequenas dimensões.




        Pedir à criança para se assoar com força, comprimindo com o dedo a narina contrária, tentando assim que o corpo seja expelido.

        Se não tiver resultado enviar ao hospital.



        5. Na garganta

        Os corpos estranhos entalados na gargantapodem ser pedaços de alimentos mal mastigados, osso ou pequenos objectos. Estes corpos estranhos impedindo a respiração podem provocar asfixia.



        Dificuldade respiratória que leva à falta

        de oxigénio no organismo.

        As causas podem ser variadas sendo

        a mais vulgar a obstrução das vias

        respiratórias por corpos estranhos

        (objectos de pequenas dimensões,

        alimentos mal mastigados, etc...).

        Outras causas possíveis de asfixia são:
        ingestão de bebidas ferventesou

        cáusticas, pesos em cima do peito ou

        costas, intoxocações diversas, paragem
        dos músculos respiratórios.





        Conforme a gravidade da asfixia, podem ir desde um estado de agitação, lividez, dilatação das pupilas (olhos), respiração ruidosa e tosse, a um estado de inconsciência com paragem respiratória e cianose da face e extremidades (tonalidade azulada).

        A situação é grave e deve-se intervir rápidamente!







        Corpo estranho nas vias respiratórias.



        A. Numa criança pequena:

        Abra-lhe a boca e tente extrair o corpo estranho, se este ainda estiver visível,
        usando o seu dedo indicador em gancho ou uma pinça (cuidado para não empurrar o objecto!).
        Coloque a criança de cabeça para baixo. Sacuda-a e bata-lhe ao meio das costas, entre as omoplatas, com a mão aberta.


        B. No jovem/ adulto:

        Coloque-se por trás da vítima passe-lhe o braço em volta da cintura.
        Feche o seu punho e coloque-o logo acima do umbigo.
        Cubra o punho com a outra mão e carregue para dentro e para cima.
        Repita a operação as vezes que forem necessárias.
        Se a respiração não se restabelecer e a vítima continuar roxa (cianosada) faça reanimação/ respiração artificial.

        Logo que a respiração estiver restabelecida transporte a vítima para o hospital.























        Figura 5,6,e7





        • Abandonar o asfixiado para pedir auxilio;



        Convém lembrar que uma criança

        pequena se pode afogar em
        alguns centímetros de água
        até mesmo na banheira
        durante o banho ou
        num tanque quase vazio.



        • Retirar a vítima imediatamente dentro de água;
        • Verificar se está consciente, se respira e se o coração bate;
        • Colocar a vítima de barriga para baixo e com a cabeça virada para os lados;

        Figuras 1, 2 e 3


        • Comprimir a caixa torácica, 3 a 4 vezes, para fazer sair a água.





        Figura 4

        Se a vítima não respira,

        deitá-la de costas e iniciar de imediato

        a ventilação arterial por respiração

        boca-a-boca e, se necessário, fazer também massagem cardíaca.

        Logo que a vítima respire normalmente, colocá-la em posição lateral de segurança

        e mantê-la confortávelmente aquecida.


        Em qualquer situação transportar a vítima para o Hospital




        Se o afogamento se deu no mar ou num rio o socorrista não deve:

        • Lançar-se à água se não souber nadar muito bem;
        • Procurar salvar um afogado que está muito longe de terra;
        • Deixar-se agarrar pela pessoa que quer salvar.

        Deve atirar-lhe uma corda ou uma bóia